El Banderín

nota 4.0 de 5 en 4 opiniones
| Ranking: 86º de 254 | Pubs y bares
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Dirección: Guardia Vieja - 3601, Almagro - Buenos Aires - Argentina

Teléfono: (11) 4862-775

Precio: $$$$  (Medio estándar)

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Opinión destacada
Primera opinión del lugar

O negócio era arrumar ao menos um sanduíche para acalmar a fome – e certamente haveria alguma coisa a beliscar no El Banderín, para onde estávamos indo. Depois da experiência ruim que passamos no almoço, o El Banderín foi quase como uma dádiva. É um belo bodegón, bem preservado, com alto astral, aconchegante, desses tipos que não dá vontade de sair nunca. Mas o pequeno bar não serve refeições, apenas picadas. Não estava nem aí para pratos, sentei numa mesa junto a uma antiga e bonita geladeira de madeira, pedi um quilmes e me dei direito a relaxar por uns instantes antes de decidir o que ia beliscar.

El Banderín nasceu como armazém nos anos 20 – característica muito comum a outros bodegones portenhos. Com os anos e a concorrência de mercados, foi se transformando em bar. É incrível a semelhança com os botequins cariocas, muitos deles também surgidos de antigos armazéns de bairro. Até a arquitetura lembra a de casas como o Armazém São Thiago, em Santa Teresa, não por acaso, um bar de galegos.

A casa, cheia de bandeirinhas de times de futebol do mundo inteiro penduradas na parede – daí o seu nome - ganhou ares modernos, com trilha sonora agradável e uma televisão de plasma que não chegou a incomodar (sem volume). Só havia um rapaz no balcão a atender o pequeno movimento dos clientes, todos sentados nas mesas na calçada. Ele foi muito atencioso conosco. Perguntei sobre o que havia para comer e me sugeriu uma picada. E assim foi. Mais uma picada portenha.

Longaniza, Cantipalo, Poroto, queijos amarelos, batatas chips. Elementos que se repetem nos bodegones da cidade, com pequenas variações. Notei, no entanto, alguma diferença entre os salames longaniza e cantipalo do El Banderím dos servidos, por exemplo, no El Federal. Aquela picada foi muito bem vinda. Descansamos um pouco enquanto apreciava os meus petiscos e depois de mais um menos uns quarenta minutos naquele agradável bodegón seguimos nosso caminho.
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Es uno de los cafetines históricos de Buenos Aires y uno de los bares notables. Me encanta este lugar!!! Está en una esquina tranquila del barrio, siempre hay buen ambiente y el café y las medas lunas son de lo mejor. Es divertido ver la decoración con banderines de los clubes de todas las categorías. Excelente atención!!!
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El lugar surge como referente en materia de fútbol. Para el Mundial hay dos teles, una de 40 y otra de 32 pulgadas, para que nadie se pierda una jugada, te sientes donde te sientes. El lugar está decorado en su totalidad por banderines –principalmente- y camisetas o banderas de distintos clubes del mundo. En los horarios de partidos, lo recomendable es pedirse una picada si son varios, o un sándwich si vas solo. El recomendado: sándwich de peceto horneado con salsa criolla y queso. Para elegir el fiambre, te recomendamos preguntarle a los mozos cuáles son los que se están estacionando. No te vas a arrepentir.

El Banderin no es un bar que existe para obtener ganancias a su dueño. Parece que existe simplemente por estar en la esquina de Guardia Vieja y Billinghurts hace tanto tiempo que ahora no hay otra opción.

Es un lugar tranquilo, viejo y lleno de historias para contar. La puerta estaba cerrada con llave en esa fría noche del miércoles y el propietario, Sr. Mario Riesco, lo abrió advirtiendo que el bar está abierto sólo a los conocidos.

Considerado como un "Bar notable" por la ciudad de Buenos Aires, El Banderin existe desde 1929, cuando el padre de Mario abrió su bar "El Asturiano". En 1958, el actual propietario cambió el nombre del lugar y empezó su decoración llena de banderines en la parede.

La comida es clásica y simple como los viejos bares de Buenos Aires: empanadas, sandwiches, bocados y cerveza. En las paredes, las placas con los nombres de las calles dejan claro el barrio donde se encuentra: Almagro!

Al darse cuenta de que yo era brasileño, Sr. Mario, que es hincha de River Plate, llegó preguntando qué equipo esperaba. Cuando le respondí con firmeza: "Palmeiras", señaló a un banderín en la pared. Ví a una bandera amarillada por el tiempo de Palmeiras y diseñó un periquito. "Es de 1968", explicó el dueño de la propiedad antes de mostrar a los otros banderines del lugar.
Primera opinión del lugar

O negócio era arrumar ao menos um sanduíche para acalmar a fome – e certamente haveria alguma coisa a beliscar no El Banderín, para onde estávamos indo. Depois da experiência ruim que passamos no almoço, o El Banderín foi quase como uma dádiva. É um belo bodegón, bem preservado, com alto astral, aconchegante, desses tipos que não dá vontade de sair nunca. Mas o pequeno bar não serve refeições, apenas picadas. Não estava nem aí para pratos, sentei numa mesa junto a uma antiga e bonita geladeira de madeira, pedi um Quilmes e me dei direito a relaxar por uns instantes antes de decidir o que ia beliscar.

El Banderín nasceu como armazém nos anos 20 – característica muito comum a outros bodegones portenhos. Com os anos e a concorrência de mercados, foi se transformando em bar. É incrível a semelhança com os botequins cariocas, muitos deles também surgidos de antigos armazéns de bairro. Até a arquitetura lembra a de casas como o Armazém São Thiago, em Santa Teresa, não por acaso, um bar de galegos.

A casa, cheia de bandeirinhas de times de futebol do mundo inteiro penduradas na parede – daí o seu nome - ganhou ares modernos, com trilha sonora agradável e uma televisão de plasma que não chegou a incomodar (sem volume). Só havia um rapaz no balcão a atender o pequeno movimento dos clientes, todos sentados nas mesas na calçada. Ele foi muito atencioso conosco. Perguntei sobre o que havia para comer e me sugeriu uma picada. E assim foi. Mais uma picada portenha.

Longaniza, Cantipalo, Poroto, queijos amarelos, batatas chips. Elementos que se repetem nos bodegones da cidade, com pequenas variações. Notei, no entanto, alguma diferença entre os salames longaniza e cantipalo do El Banderím dos servidos, por exemplo, no El Federal. Aquela picada foi muito bem vinda. Descansamos um pouco enquanto apreciava os meus petiscos e depois de mais um menos uns quarenta minutos naquele agradável bodegón seguimos nosso caminho.
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